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'Antes de abrir a porta do coração novamente, melhor limpar a bagunça que ficou da última vez.' Clarice Lispector |
terça-feira, 28 de junho de 2011
"Desejo a vocês...
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu."
Carlos Drumond de Andrade
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com amigos
Crônica de Rubem Braga
Viver sem inimigos
Filme antigo na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Música de Tom com letra de Chico
Frango caipira em pensão do interior
Ouvir uma palavra amável
Ter uma surpresa agradável
Ver a Banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir a palavra não
Nem nunca, nem jamais e adeus.
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho.
Sarar de resfriado
Escrever um poema de Amor
Que nunca será rasgado
Formar um par ideal
Tomar banho de cachoeira
Pegar um bronzeado legal
Aprender um nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Pôr-do-Sol na roça
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas de alegria
Uma tarde amena
Calçar um velho chinelo
Sentar numa velha poltrona
Tocar violão para alguém
Ouvir a chuva no telhado
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu."
Carlos Drumond de Andrade
sábado, 11 de junho de 2011
Quando as almas se encontram ...
Dizem que para o amor chegar não há dia,
não há hora nem momento marcado para acontecer.
Ele vem de repente e se instala no mais sensível dos nossos órgãos, o coração.
Começo a acreditar que sim.
Mas percebo também que pelo fato deste momento não s
er determinado pelas pessoas, quando chega,
quase sempre os sintomas são arrebatadores.
Vira tudo às avessas e a bagunça feliz se faz instalada.
Quando duas almas se encontram o que realça primeiro
não é a aparência fisica,
mas a semelhança d'almas.
Elas se compreendem e sentem falta uma da outra.
Se entristecem por não terem se encontrado antes,
afinal tudo poderia ser tão diferente.
No entanto sabem que o caminho é este e que não haverá
retorno para as suas pretensões.
É como se elas falassem além das palavras, entendessem a tristeza do outro,
a alegria, o desejo, mesmo estando em lugares diferentes.
Quando almas afins se entrelaçam passam a sentir saudade uma da outra
num processo contínuo de reaproximação até a consumação.
Almas que se encontram podem sofrer bastante também,
pois muitas vezes tais encontros acontecem em momentos
onde não mais podem extravasar toda a plenitude do amor que carregam,
toda a alegria de amar e querer compartilhar a vida com o outro,
toda a emoção contida à espera do encontro fatal.
Desejam coisas que se tornam quase impossíveis,
mas que são tão simples de viver.
Como ver o pôr-do-sol, caminhar por uma estrada com lindas árvores,
ver a noite chegar, ir ao cinema e comer pipocas, rir e brincar, brigar às vezes,
mas fazer as pazes com um jeitinho muito especial.
Amar e amar, muitas vezes sabendo
que logo depois poderão estar juntas de novo
sem que a despedida se faça presente.
Porém muitas vezes elas se encontram em um tempo
E em um espaço diferentes
do que suas realidades possam permitir.
Mas depois que se encontram ficam marcadas,
tatuadas e ainda que nunca venham a caminhar para sempre juntas,
elas jamais conseguirão se separar.
E o mais importante: terão de se encontrar em algum lugar.
Almas que se encontram jamais se sentirão sozinhas porquanto entenderão,
por si só, a infinita necessidade que têm uma da outra para toda a eternidade...
Lei do Caminhão de Lixo.
Um dia peguei um taxi para o aeroporto.
Estavamos rodando na faixa certa,
quando de repente um carro preto
saltou do estacionamento na nossa frente.
O taxista pisou no freio,
deslizou e escapou do outro carro por um triz!
O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e
começou a gritar para nós nervosamente.
Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara,
fazendo um sinal de positivo.
E ele o fez de maneira bastante amigavel.
Indignado lhe perguntei:
'Porque você fez isto? Este cara quase arruína o
seu carro e nos manda para o hospital!?!'
Foi quando o motorista do taxi me ensinou o que eu agora chamo de
"A Lei do Caminhão de Lixo."
Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo.
Andam por ai carregadas de lixo,
cheias de frustrações, cheias de raiva, traumas
e de desapontamento.
À medida que suas pilhas de lixo crescem,
elas precisam de um lugar para descarregar,
e às vezes descarregam sobre a gente.
Não tome isso pessoalmente.
Isto não é problema seu!
Apenas sorria, acene, deseje-lhes o bem,
e vá em frente.
Não pegue o lixo de tais pessoas e
nem o espalhe sobre outras pessoas no trabalho,
Em casa ou nas ruas.
Fique tranquilo... respire E DEIXE O LIXEIRO PASSAR.
O princípio disso é que pessoas felizes
não deixam os caminhões de lixo
estragarem o seu dia.
A vida é muito curta, não leve lixo.
Limpe os sentimentos ruins,
aborrecimentos do trabalho,
picuinhas pessoais, ódio e frustações.
Ame as pessoas que te tratam bem.
E trate bem as que não o fazem.
A vida é dez por cento o que você faz dela
e noventa por cento a maneira como você a recebe!
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